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Travessia do Mediterrâneo já fez 1.500 vítimas este ano
Texto F.P. | Foto Byron Bay | 06/08/2018 | 16:29
Nos primeiros sete meses de 2018 cerca de 60 mil pessoas tentaram cruzar o Mediterrâneo para entrar na Europa. Algumas morreram afogadas
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Os dados mais recentes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) indicam que entre janeiro e julho deste ano tentaram atravessar o mar Mediterrâneo em direção à Europa cerca de 60 mil pessoas. Destas, mais de 1.500 perderam a vida durante a travessia.

A rota é conhecida pela incidência de casos de tráfico humano e contrabando de pessoas que se tornam vítimas de redes criminosas, e é também a rota marítima mais mortal. Do total de mortes registadas este ano, 850 ocorreram nos meses de junho e julho.

Apesar do número de pessoas que chegaram à Europa por via marítima ter diminuído bastante em relação aos anos anteriores, os responsáveis do ACNUR estão preocupados com o índice de mortalidade. Uma em cada 31 pessoas morreu ou está desaparecido, quando o ano passado esta taxa era de uma em cada 49.

A Espanha passou a ser o destino principal dos refugiados e migrantes, com mais de 23,5 mil pessoas a chegar por mar. Em segundo lugar aparece a Itália com 18,5 mil e a Grécia com 16 mil. Entre as novas chegadas à Europa, 13 por cento são de nacionalidade síria.
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