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Minorias, Igreja e ecologia dominam conferências
Texto J.B. | Foto DR | 20/04/2018 | 17:26
Quatro palestras ao longo do mês de maio vão abordar os efeitos da crise migratória e das alterações climáticas, bem como o contributo das mulheres e das minorias para a mudança do mundo. A resposta da Igreja às problemáticas atuais também estará em foco
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Cristãos, não-cristãos, pessoas ligadas ao ensino superior e aquelas que assumem forte «empenho na luta por um mundo mais justo e fraterno», na sua maioria mulheres, vão dinamizar uma nova edição do ciclo «Conferências de maio», que este ano vai decorrer sob o tema «Novos sinais dos tempos – Que fazer?» O ciclo é constituído por quatro palestras, que terão sempre lugar no auditório do Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, a partir das 18h30, e com entrada livre.

 

Dia 2, a conferência «A nova desordem internacional, os refugiados e a luta pela paz», será uma ocasião para analisar «a situação conturbada a nível internacional e com tão graves violações de direitos humanos, que provocam a deslocação de milhares de refugiados e ameaças à paz», refere a organização em comunicado.

 

A 9 de maio é vez de abordar «as alterações climáticas e o cuidar da casa comum». A reflexão do dia 16 partirá da questão: «Como as mulheres e as minorias estão a mudar o mundo?» Por último, a 23, a palestra centrar-se-á no tema «A Igreja em Portugal e a resposta aos novos tempos».

 

Entre os intervenientes encontram-se Guilherme d`Oliveira Martins, administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, Romualda Fernandes, assessora na Câmara Municipal de Lisboa, José Traquina, bispo de Santarém, bem como Maria Augusta Babo, Helena Topa Valentim e José Leitão, da Universidade Nova de Lisboa, entre outros. As «Conferências de maio» são organizadas por profissionais do Centro de Reflexão Cristã (CRC).

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