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Solidariedade
«Concerto por um novo futuro» apoia crianças em risco
Texto J.B. | Foto DR | 11/03/2018 | 15:56
A receita de bilheteira para o espetáculo que vai juntar na Altice Arena um vasto leque de artistas nacionais será utilizada para apoiar crianças e jovens que viveram situações de sofrimento. O espetáculo é inspirado na banda sonora da série «1986»
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Os responsáveis pela «Associação Novo Futuro» organizam, pelo oitavo ano consecutivo, o espetáculo de angariação de fundos, intitulado «Concerto por um novo futuro». O espetáculo está agendado para o próximo dia 17 de maio, e terá lugar na Altice Arena, em Lisboa, a partir das 21h30. A iniciativa conta com o alto patrocínio de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa.

 

«Pensamos no futuro amanhã» é o single que apresenta a banda sonora de «1986», a série com argumento de Nuno Markl, que brevemente passará na RTP1, e que fará parte do alinhamento do concerto. Interpretada por Ana Bacalhau, a canção «Pensamos no futuro», assim como toda a banda sonora, é da autoria de João Só, que frisa que «esta canção fala de esperanças e expetativas». Ambições essas que se cruzam com as motivações filantrópicas do espetáculo, que este ano apresenta as canções originais da série «1986», e outros clássicos da época, inspirados na viagem aos anos 80, que nela se retrata. A Ana Bacalhau e João Só vão juntar-se Catarina Salinas, David Fonseca, Márcia, Miguel Araújo, Samuel Úria, Tatanka e Lena D’Água, numa participação especial. 


A Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens Novo Futuro existe desde 1996, com o objetivo de proporcionar o «acolhimento em pequenos lares familiares de crianças e jovens em risco social». Atualmente, vivem nos oito lares da associação, 73 crianças e jovens, com idades compreendidas entre os três e os 20 anos. O concerto é promovido pela instituição com o objetivo de reunir apoios financeiros, uma vez que o trabalho que leva a cabo «requer um investimento financeiro elevado, que não é possível de alcançar com o valor comparticipado pela Segurança Social que cobre apenas 50 por cento dos custos globais», sendo os «restantes 50 por cento» alcançados através de «mecenas particulares e organização de eventos».

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