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Sínodo para a Amazónia cria expectativas na Igreja do Brasil
Texto F.P. | Foto CNBB | 12/02/2018 | 07:02
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil espera que sejam encontradas soluções para a falta de sacerdotes e que a reunião sinodal seja um oportunidade para ouvir a voz dos povos indígenas
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«A Igreja do Brasil espera muito do Sínodo para a Amazónia: orientações pastorais, reflexões, propostas que venham animar mais a vida e a missão da Igreja na Amazónia; uma oportunidade para ouvir a voz dos povos indígenas e defender sempre mais sua vida, os seus direitos e a sua dignidade», afirmou esta semana o Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Em declarações veiculadas pela Rede Eclesial Panamazónica (REPAM), o cardeal Sérgio Rocha manifestou-se esperançado que o encontro sirva também para refletir sobre «a problemática da ausência de presbíteros ou de ministros ordenados» na vida das igrejas da Amazónia e a forma de tornar a Igreja mais ministerial.

«A assembleia sinodal vai pensar justamente em como tornar a Igreja cada vez mais ministerial, como valorizar os diversos ministérios na própria vida da Igreja e quais são as respostas pastorais que dará a essa carência de ministros ordenados para as comunidades», adiantou o purpurado.
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