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Refugiados com ração reduzida por falta de verbas
Texto F.P. | Foto Lusa | 14/01/2018 | 07:03
Programa Alimentar Mundial foi obrigado a reduzir a quantidade de alimentos destinada aos refugiados no Ruanda por falta de financiamento
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O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e o Programa Alimentar Mundial (PAM) pediram esta semana ajuda à comunidade internacional, para apoiar os mais de 100 mil refugiados congoleses e burundeses que se encontram em acampamentos nos arredores de Kigali, no Ruanda.

«Agradecemos a todos os doadores a sua contínua generosidade e apoio e pedimos que continuem a financiar a assistência humanitária para que possamos levar aos refugiados a assistência de que dependem», afirmou o diretor do PAM no Ruanda, Jean-Pierre de Margerie.

O PAM entregava todos os meses uma média de 17 quilos de alimentos a cada refugiado. As rações completas proporcionam 2.100 calorias por pessoa, o mínimo para uma vida sã, mas a escassez de fundos obrigou as agências a reduzi-las a 90 por cento em novembro e dezembro de 2017, e agora a 75 por cento.

O programa carece de dois milhões de euros mensais para proporcionar assistência completa a estes refugiados e nove milhões para assegurar o apoio nos próximos seis meses. Caso contrário, o mais certo é haver mais redução na quantidade de alimentos a distribuir.
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