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Maior adesão aos Presentes Solidários
Texto Juliana Batista | 04/02/2017 | 09:35
Mais de 2.500 presentes oferecidos no último Natal tornaram-se num contributo para a melhoria das condições de vida de famílias dos países lusófonos e também de famílias de deslocados no Iraque
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Durante a época natalícia, os cidadãos portugueses fizeram 552 encomendas de Presentes Solidários, que corresponderam a um total de 2.532 de presentes. A adesão a esta campanha «é maior de ano para ano», realçam os responsáveis da Fundação Fé e Cooperação, promotores da iniciativa, agradecendo a «todos os que tornaram possível esta realidade».


Os que aderiram a esta ação contribuíram, em nome das pessoas que presentearam, para a «melhoria das condições reais de vida de inúmeras famílias dos países lusófonos e também de famílias de deslocados no Iraque». Entregar Presentes Solidários é assim transmitir a «familiares e amigos o desejo de oferecer a diferença na vida de alguém», realçam os promotores da campanha.

 

«Ao oferecer-se um presente solidário está-se, por um lado, a gerar sorrisos em quem (ainda) não se conhece. Por outro, está-se a presentear um familiar, amigo ou colega com um postal onde perceberá a importância da prenda que recebeu, dirigida a quem mais dela precisa», explicam.

 

Na última edição desta campanha foram oferecidas «174 maletas de parto e 11 estágios de parteira» em Angola, «96 contribuições para a recuperação de um espaço dedicado à aprendizagem de música» no Brasil, «861 semana de almoços» para crianças cabo-verdianas, «três computadores e 162 mesas postas (prato, colher, copo, guardanapo de capulana e banco)» para a Guiné-Bissau e «340 cobertores e 170 tapetes» para o Iraque.

 

Foram também dados «151 quadros, 755 caixas de giz e 12 secretárias escolares» para Moçambique, «58 bolsas de voluntariado e 64 cabazes da terra» para Portugal, «428 conjuntos de materiais escolares e 428 pares de chinelos» para Timor-Leste e «342 mochilas e 342 batas escolares» para São Tomé e Príncipe.

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