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Fátima
25.º aniversário
Consolata Museu «irradia para o mundo»
Texto Juliana Batista | Foto Ana Gonçalves | 13/10/2016 | 22:49
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A festa de aniversário do Consolata Museu contou com a presença do bispo de Leiria-Fátima e do reitor do Santuário de Fátima, que destacaram a riqueza do espaço e a sua importância para todo o mundo
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O Consolata Museu, em Fátima, soprou as velas do seu 25.º aniversário esta quinta-feira, 13 de outubro. A data foi festejada com entradas livres, oferta de lembranças, com a abertura da exposição temporária «25 Anos» e com uma sessão solene. A cerimónia que assinalou as bodas de prata do museu dos Missionários da Consolata contou com a participação de várias entidades que destacaram a importância do espaço.

O bispo da diocese de Leiria-Fátima, António Marto, enalteceu a «riqueza» da história do museu, que contempla uma «grande criatividade e uma grande interação com a cidade e a sociedade». «Esta é uma riqueza de irradiação», disse o prelado, acrescentando: «Irradiação para a cidade, para a sociedade, para o país e para o mundo».

 

Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima, agradeceu aos responsáveis pelo museu pelo seu «dinamismo e contributo para a dinamização de Fátima». Para o sacerdote, a data é uma ocasião para felicitar a Consolata «pela coragem, visão e pelo discernimento, para tomar a decisão de criar este projeto museológico». «Não era, de forma alguma, um projeto óbvio. Não temos outras instituições religiosas ou missionárias que tivessem avançado com projetos desta natureza», elogiou.

 

Em representação do presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, esteve presente Nazareno do Carmo, vice-presidente do mesmo órgão administrativo, que além de enaltecer a história do museu, e o «trabalho magnífico» do seu diretor, Gonçalo Cardoso, destacou o trabalho dos missionários. «Estão de parabéns os Missionários da Consolata, por mais esta ação que é uma pequena parte daquilo que fazem em todo o mundo, especialmente junto dos mais necessitados.»

 

O Superior Provincial da Consolata, Eugénio Butti, lembrou que o espaço museológico é uma oportunidade para que aqueles que visitam Fátima possam «admirar a obra missionária da Igreja, que através dos missionários e missionárias, vai ao encontro de homens e mulheres de todas as raças e culturas». «É nosso desejo que este museu possa contribuir para fazer crescer cultural, espiritual e missionariamente as pessoas que o visitarem», disse o sacerdote.

O primeiro diretor do Consolata Museu | Arte Sacra e Etnologia, Manuel Tavares, também marcou presença neste momento solene. «É nosso dever manter e preservar esta obra que é o que nos resta de mais importante da nossa presença significativa em Fátima como Missionários da Consolata. Espero e faço votos para que o instituto saiba encontrar o caminho e os meios que permitam preservar e incentivar todo o conjunto de atividades que integram o Centro Missionário Allamano, nomeadamente este museu», referiu o missionário da Consolata.

 

Manuel Tavares aproveitou a sua intervenção para felicitar a «primeira trabalhadora do centro missionário e do museu», conhecida no local como «dona Dulcelina», pela sua «fidelidade à casa, que se mantém até aos dias hoje». O sacerdote destacou ainda o «papel importante» de António Nabais na instituição. «Sem ele, dificilmente este projeto teria ido para a frente. Sem ele não teria tido, certamente, a elevação cultural que atualmente tem, e não teria também, talvez, tido um seguimento tão cuidadoso, carinhoso, como ele tem tido até agora», referiu.

A presidente da Assembleia Municipal de Ourém, Deolinda Simões, agradeceu ao diretor do Consolata Museu pela sua «garra, determinação e saber» e identificou o espaço como «um dos maiores, dos melhores, com mais qualidade, beleza, com mais arte, se calhar do nosso país», e, por isso, motivo de «orgulho» para o concelho de Ourém.

A sessão solene que marcou os 25 anos do Consolata Museu arrancou com um momento musical, dinamizado por alunos do Conservatório de Música de Ourém e Fátima. Seguiu-se uma intervenção de Gonçalo Cardoso, durante a qual, o responsável recordou a história do museu através de fotografias e outras imagens.

O diretor do Consolata Museu mostrou aos convidados como nasceu aquele espaço, quais os objetivos e recordou a vasta quantidade de atividades que foram realizadas ao longo dos anos e que envolveram públicos de todas as idades. Além disso, o responsável aludiu aos prémios e distinções que o museu foi recebendo. O momento solene terminou ao som dos `Parabéns´ e com o partir do bolo de aniversário.

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