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Fátima
25ª Peregrinação da Família Missionária da Consolata.
«O mundo quer-nos mais genuínos»
Texto Francisco Pedro | Foto Ana Paula | 14/02/2015 | 18:02
Presidente da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal deixou um convite à Família Missionária da Consolata para que continue a redescobrir a fé e a contribuir para um mundo mais simples, justo e fraterno
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«A Igreja e a sociedade ficam mais pobres sem o vosso testemunho», afirmou este sábado, 14 de fevereiro, o presidente da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), padre Artur Teixeira, na Eucaristia de encerramento da 25ª Peregrinação Anual da Família da Consolata. Partindo do exemplo apaixonado pela Igreja e pela missão que sempre demonstrou o fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata, o beato José Allamano, o sacerdote convidou os milhares de peregrinos presentes na Basílica da Santíssima Trindade, em Fátima, a comprometerem-se como ele na transmissão da Palavra de Deus e a serem cada vez mais a voz dos que não têm voz.

«O tempo que vivemos faz-nos, por vezes, esquecer o sentido do religioso. Mas é o encontro com Deus que nos faz mais próximos» dos marginalizados, dos aflitos, da defesa dos direitos humanos, da paz e da justiça. «A vida é breve para nos entretermos com ninharias», por isso, é tempo de «redescobrir a fé», de lutar por uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais justa. «O mundo quer-nos mais alegres e genuínos com Cristo», afirmou Artur Teixeira, que presidiu à peregrinação.

Para o sacerdote, «Jesus veio para todas as pessoas» e os cristãos, em particular os da Família Missionária da Consolata, são «herdeiros e testemunhas de um passado com páginas belas» que importa continuar, tendo em conta a «riqueza, diversidade e multiplicidade de vivências» dos missionários. «A fé ilumina a razão», sublinhou.

Inspirada este ano no apelo do Papa Francisco - «Despertem o mundo!» - a peregrinação serviu também para despertar os portugueses para o drama das crianças Irã, na Guiné-Bissau. Por questões culturais, os menores com deficiência são abandonados ou mortos pelos pais, e os Missionários da Consolata decidiram lançar uma campanha de angariação de fundos para ajudar a Casa Bambaran, que acolhe este tipo de crianças.

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