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Portugal
Centro Cultural Olga Cadaval acolhe evento
Problemas do mundo documentados em filme
Texto Juliana Batista | Foto AI | 19/12/2014 | 17:31
Durante três dias, vão ser exibidos cinco documentários em Sintra. Os filmes mostram «alguns dos desafios que se colocam atualmente à justiça e à paz pelo mundo fora»
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A décima terceira edição de um certame de documentários sobre direitos humanos, com o nome «Mostra-me», realiza-se este fim de semana. O evento terá lugar no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, de 19 a 21 de dezembro. A mostra de documentários é promovida pela Amnistia Internacional-Grupo19/Sintra.

 

Em exibição vão estar cinco filmes documentais, alguns deles inéditos em Portugal. As películas foram produzidas em vários países e incidem sobre diferentes temas relacionados com os direitos humanos. Em comunicado, os promotores da iniciativa explicam que através da rodagem destes documentários pretendem «fornecer uma perspetiva alargada sobre alguns dos desafios que se colocam atualmente à justiça e à paz pelo mundo fora».

 

O filme «Borboleta», de Visnhu Vasu, inaugura a mostra sexta-feira, 19, às 21h30. A partir deste documentário, os espetadores viajam até ao Sri Lanka para conhecerem a vida das crianças-soldado que são alvo da violência do grupo armado secessionista Tigres Tamil.

 

Sábado, 20, há sessão dupla a partir das 18h00. Neste dia vai estar em foco a falência das políticas europeias de asilo e de imigração e as rotas desesperadas feitas rumo à Grécia e à Itália, em «A Ferro e Fogo: As vítimas ocultas da austeridade na Grécia» (de Guy Smallman e Kate Mara) e «Mar Fechado» (de Stefano Liberti e Andrea Segre).

 

No mesmo dia, mas às 21h30, passa o filme «O Diário de Scheherazade», de Zeina Daccache, que retrata a vivência das mulheres presas no Líbano. A mostra encerra no domingo, com o filme «Uma Inquisição Tranquila», de Alessandra Zeka e Holen Sabrina Kahn. A película será exibida a partir das 16h00 e relata a luta num hospital público de Nicarágua contra uma nova lei naquele país que proíbe todas as formas de interrupção da gravidez.

 

À semelhança dos anos anteriores, o certame conta com a presença de realizadores e peritos, para conversar com o público sobre os filmes, depois da projeção. Durante a mostra vão estar também a decorrer várias atividades relacionadas com os temas e campanhas da Amnistia Internacional.

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