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Fundamentalismo
Jihadistas matam mais de 5.000 num mês
Texto Francisco Pedro | 12/12/2014 | 16:31
Um levantamento feito pela cadeia de televisão BBC, em parceria com o King’s College London, concluiu que só em novembro os radicais islâmicos mataram mais de 5.000 mil pessoas
Os grupos de militantes muçulmanos que acreditam no uso da violência para impor a sua visão radical do islamismo são responsáveis pela morte de mais de 5.000 pessoas, só em novembro, de acordo com um estudo da cadeia televisiva BBC e do King’s College Londo, divulgado esta sexta-feira, 12 de dezembro.

A maioria dos ataques foi da responsabilidade do movimento Estado Islâmico e atingiu sobretudo os civis, com mais de 2.000 mortos. Segundo os investigadores, verificaram-se 664 ataques, em 14 países, que provocaram uma média diária de 168 vítimas mortais, ou seja, sete por hora.

O Iraque foi o país mais atingido, com 1.770 mortes em 233 ataques, que foram desde tiroteios a atentados suicidas. Seguiram-se a Nigéria, com 786 mortes, quase todas de civis, a Síria e Afeganistão. As bombas foram responsáveis pelo maior número de mortes, com 1.653 vítimas em 241 explosões. Estas incluíram 38 atentados suicidas que tiraram 650 vidas.
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