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«The Economist»
Apostar na diplomacia da água
Texto Miguel Marujo | Foto Lusa | 07/11/2014 | 12:11
O mais básico de todos os direitos humanos - a água - é também um elemento central nos assuntos globais e da agenda de desenvolvimento com amplas implicações para a paz e a segurança internacionais. Cimeira da Água decorre em Londres
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O secretário-geral adjunto da ONU, Jan Eliasson, sublinhou quinta-feira, 6 de outubro, aos participantes da Cimeira Mundial da Água, em Londres, que «o mundo, hoje, vê como a falta de acesso à água pode alimentar um conflito e até mesmo ameaçar a paz e a estabilidade». Jan Eliasson fez a sua principal intervenção sobre como «enfrentar os desafios globais da água: qual é o próximo?», perante a plateia da cimeira organizada pela revista The Economist.

Para o secretário-geral adjunto, é necessário apostar no que chamou a «hidrodiplomacia, ou a diplomacia da água», num momento em que o acesso à água decorrente das alterações climáticas se degradou ou há riscos de pressão populacional criando tensões sociais, instabilidade política e quando se intensificam os fluxos de refugiados.

A cimeira apresenta várias exposições e painéis, incluindo o desafio de urbanização, as abordagens sustentáveis para a agricultura e saneamento e uma discussão de alto nível sobre segurança da água.
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