+ infoAcontecer
Fátima
22ª Peregrinação da Família Missionária da Consolata
Ao serviço da missão
Texto Lucília Oliveira | Foto Ana Paula | 18/02/2012 | 21:50
A missão é de quem parte, ao serviço da evangelização, de quem vai e de quem vem
imagem
Na missa de encerramento da peregrinação foram apresentados aqueles que chegaram, ou de missão ou para fazer missão em Portugal . O missionário Joaquim Gonçalves regressa a Portugal depois de muitos anos na Amazónia. Recém-regressada de dois anos na Amazónia está a Leiga Missionária da Consolata, Lígia Cipriano. Da Amazónia para o serviço em Portugal vem, também, Fernando Rocha que já ali se encontrava há duas décadas.

 

João Baptista, depois de ter sido ordenado no ano passado, encontra-se a trabalhar em Portugal. O brasileiro, já trabalhava no país, no Cacém, antes de ser ordenado. Anair Voltolini, missionária da Consolata, já passou por Moçambique e vem para trabalhar na missão em Portugal. A este grupo junta-se o seminarista Antipas Tescha, tanzaniano, que se encontra a fazer os últimos estudos antes da ordenação sacerdotal.

 

O conselheiro Hugo Pozzoli, conselheiro do Instituto Missionário da Consolata, participou nesta peregrinação salientando que dela já havia ouvido falar. Manifestou a sua satisfação pela graça de viver este momento com a Família Missionária da Consolata em Portugal.

 

De símbolos, no ofertório, também se fez esta celebração solene. Aos peregrinos foi apresentado o cartaz da peregrinação e o projeto dos missionários da Consolata para este ano. Os fundos angariados revertem a favor da construção de malocas para os índios no Peru, um projeto que está a ser concretizado no terreno, em Soplin Vargas, com dois Leigos Missionários da Consolata portugueses, o casal Rui Sousa e Viviane Nunes.


Na barca da missão, onde cabem todos e em particular os grupos que fazem parte da Família Missionária da Consolata, os jovens entregaram no ofertório uma rede, símbolo do convite a fazer a todos e a cativá-los para a missão. Com o pão e vinho para a mesa da Eucaristia, sinal e fruto do trabalho do homem, os jovens entregam também a vida a Deus. Na peregrinação e festa em honra do beato José Allamano foram ainda lembrados o fundador do Instituto e Nossa Senhora da Consolata, aquela a quem o beato Allamano chamava a cofundadora do Instituto Missionário da Consolata. 

Qual é a sua opinião?
Login
Email: Palavra-chave:
Esqueceu-se da sua palavra chave?
Registar
Comentário sujeito a aprovação.