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Combater a pobreza com medidas inclusivas de cobertura social
Texto E. Assunção | Foto Lusa | 29/11/2011 | 11:25
Dois terços da população mundial, ou seja 5,1 mil milhões de pessoas vivem sem cobertura social, segundo um relatório das Nações Unidas
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Apenas 15 por cento dos desempregados a nível mundial recebe subsídio de desemprego, de acordo com o relatório redigido por um painel dirigido pela antiga presidente do Chile, Michelle Bachelet. O relatório, intitulado “Uma protecção social por uma globalização justa e inclusiva”, sublinha que a extensão da cobertura social seria benéfica para o crescimento económico e para o apaziguamento das tensões sociais. Os presidentes de França e do Brasil estão entre os dirigentes felicitados no relatório, segundo uma declaração da Organização Internacional do Trabalho.

 

O relatório sublinha que é possível estabelecer coberturas de protecção social mesmo em países de baixo rendimento. Juan Somavia, director-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), afirma que as “coberturas de protecção social são necessárias, viáveis e eficazes”. Os cortes nos programas de protecção social, estabelecidos como parte dos pacotes de recuperação fiscal, podem enfraquecer a recuperação mundial. A adopção de medidas que combatam a fome e a pobreza como meios de melhorar a qualidade de vida da população são essenciais para proporcionar condições para os avanços económicos, afirma a presidente do Brasil Dilma Rousseff.

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