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Conflito israelo-palestianiano
Amnistia quer embargo de venda de armas
Texto Lucília Oliveira | Foto Lusa | 23/02/2009 | 14:20
A Amnistia Internacional (AI) pede às Nações Unidas o embargo das vendas de material bélico a Israel e ao movimento radical palestiniano Hamas
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A organização de direitos humanos acusa os EUA de fornecerem armas para o conflito no Médio Oriente. «As forças israelitas usam fósforo branco e outras armas norte-americanas, para cometer violações graves do direito internacional humanitário», acusa a organização de direitos humanos.
Mas não foi só Israel a cometer crimes de guerra. O Hamas e outros grupos armados palestinianos «lançaram centenas de mísseis, introduzidos nos territórios por contrabando ou fabricados com peças provenientes do estrangeiro», adianta a presidente da delegação da AI, Donatella Rovera.
Israel e o Hamas rejeitaram as conclusões do relatório de 38 páginas. O porta-voz do governo israelita, Mark Regev disse à BBC que o fósforo branco não foi usado contra civis. Os israelitas tentaram «ser tão cirúrgicos como é humanamente possível numa situação de combate difícil».
Já o porta-voz do Hamas classificou o relatório como «injusto». Para Fawzi Barhoum, não há comparação entre as armas israelitas e os palestinianos «que se defendem com espingardas e outras armas primitivas», refere a Reuters.

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